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Nossa Escola e Integral realizam segunda etapa de integração

Em equipes formadas por alunos das duas escolas, foram solucionados problemas utilizando conhecimento adquirido em sala de aula
Este foi o segundo encontro de socialização (Foto: Assessoria)

No sábado (10) foi realizada a segunda etapa da atividade de integração entre os alunos da Sociedade Educacional Nossa Escola e do Colégio Integral que participam das atividades de tecnologias e robóticas das duas unidades. A primeira etapa foi realizada em maio no Colégio Integral e desta vez, foi feito na quadra da Nossa Escola.

Formando equipes mistas entre as duas escolas, os alunos tiveram que encontrar alternativas ou criar brinquedos para um parque de diversões, com o auxílio de materiais da Zoon Education, projeto educacional da Lego.

Assim, o trabalho desenvolvido no sábado não foi uma competição e sim, uma troca de conhecimentos entre os estudantes, que constantemente estão em contato com atividades desta natureza dentro do ambiente escolar.

Patrícia Furukawa, presidente do Conselho Diretor da Nossa Escola define que a segunda atividade do projeto é como se o Nossa Escola estivesse “devolvendo a gentileza da recepção do Colégio Integral.”

Ela também destacou que serve para que os alunos da escola visitante e seus pais, conheçam as atividades desenvolvidas na escola e de que forma a ciência e tecnologia é trabalhada.

“É importante essa socialização, esse convívio entre as escolas, que tem como objetivo comum a educação e que hoje tem uma parte direcionada a tecnologia”, comenta Patrícia, falando que esta oportunidade faz com que os alunos enxerguem o mundo com uma visão de coletividade e trabalho em equipe e não de competitividade.

Segundo Patrícia, os desafios que acontecem nos dias de socialização, são relacionados a provocações já foram feitas em sala de aula. “Do desafio de maio, eles tiveram um maior aprendizado. Então esse é um dia para colocar em prática o conhecimento adquirido.”

Rodrigo Bertol, diretor do Colégio Integral define que “cada escola tem sua identidade”, assim comparando com laços familiares. “Essas identidades independente da diferenciação de cada um, essas identidades são culturas e isso tem que ser dividido, tem que ser conhecido”, afirma defendendo que a escola tem que ser um espaço de integração de culturas diferentes.

Bertol também comenta que a intenção é de dar continuidade ao trabalho de interação entre as duas instituições.

Ele pondera que os ganhos em atividades desta natureza são mútuos. “Quando você recebe as pessoas na sua casa você ganha, por se preparar para receber essas pessoas. E da mesma forma quando você via a casa do outro”, define o diretor falando que ao conhecer um novo espaço os alunos acabam tendo um maior aprendizado.

Alunos tiveram que desenvolver soluções para um parque de diversões 
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