Especial

Ivo Martini chegou a Pato Branco quando João Goulart estava na cidade

O escritor e historiador pato-branquense relembra este momento importante e garante que apesar de não ter vivido a revolta em sua essência, é preciso valorizar o movimento e criar uma semana de comemoração. “A revolta merece ser contada”
Ivo Martini ocupa a cadeira 43 da Alap (Academia de Letras e Artes de Pato Branco) e sugeriu que a partir do ano que vem seja feita a Semana da Revolta no município (Foto: Helmuth Kuhl)

O escritor e historiador Ivo Martini, 79 anos, chegou a Pato Branco em 1962, vindo de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Veio a passeio e acabou fixando residência no Sudoeste. “Na época, eu era contador, e havia pouca gente na cidade que tinha curso de contabilidade. Os empr

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