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Homem ataca ex-namorada e depois atira em fiéis de igreja em Minas: 4 morrem

Um homem matou a ex-namorada a facadas e depois invadiu uma igreja evangélica, matando outras três pessoas a tiros, na noite desta terça-feira, 21, em Paracatu, região noroeste de Minas Gerais. Segundo a Polícia Militar, o agressor atacou a companheira a facadas dentro de casa e, logo depois, foi até o templo, onde fez mais vítimas. O pastor também acabou ferido.

De acordo com a PM, o homem, um ex-militar das Forças Armadas, atingiu com uma faca a ex-namorada, que estava na casa da mãe dele. Na residência também estava uma irmã do agressor. De lá, partiu para a Igreja Batista da cidade, onde ocorria uma reunião particular. Na igreja, ele atingiu um idoso com um tiro na cabeça e, em seguida, acertou uma mulher.

Ao escutar os disparos, dois policiais militares que faziam a ronda na região entraram no templo. O agressor, então, fez uma terceira pessoa de refém e a matou. Nesse momento, agentes da Polícia Militar atiraram contra o homem com um fuzil - o disparo o acertou na clavícula. Ao tentar fugir do tiroteio, o pastor que participava da reunião acabou ferido no pé.

De acordo com a Polícia Militar, o agressor usava uma garrucha de calibre 36, que só tem capacidade para um tiro por vez. Ele tinha ainda mais seis munições. O homem foi socorrido e, até as 23 horas desta terça, permanecia entubado, segundo o Corpo de Bombeiros local.

A ex-namorada foi levada com parada cardiorrespiratória ao hospital municipal de Paracatu, mas morreu em seguida. Socorridas, as outras vítimas também não resistiram. O pastor da igreja seguia internado na noite de terça. As identidades das vítimas e do agressor não foram divulgadas.

"Se a polícia não chegasse rápido, a situação seria muito pior, pois ele ainda tinha seis munições intactas", disse o major Flávio Santiago, porta-voz da PM de Minas. As causas do ataque ainda serão investigadas. Vídeos de moradores, publicados nas redes sociais, mostravam a aglomeração de pessoas ao redor da igreja no fim da noite. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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