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Copel debaterá o mercado livre de energia em Francisco Beltrão

É possível obter reduções significativas de custos na conta de energia elétrica das empresas?

É possível obter reduções significativas de custos na conta de energia elétrica das empresas? A Copel Energia, braço de comercialização de energia do grupo Copel com mais de 400 clientes em vários estados, afirma que indústrias e outros grandes consumidores de eletricidade que migram para o ambiente de livre contratação podem atualmente obter economia de 15 a 25% nos gastos com o insumo.

As alternativas de economia e os passos para obtê-las serão o tema principal do encontro que a Copel Energia promoverá na próxima terça-feira (14), em Francisco Beltrão, com início às 8h30, no Francisco Beltrão Palace Hotel.

No encontro, serão feitas estimativas de quanto seria a economia obtida com a aquisição de energia no mercado livre / Crédito: Ilustrativa

No encontro, profissionais da Copel poderão fazer uma estimativa de quanto seria a economia obtida pela empresa interessada com a aquisição de energia no mercado livre, comparativamente ao formato atual do mercado cativo.

Para os especialistas e palestrantes Marcílio Ulysses Nagayama e Henrique Cesar Romagnolo, ambos da Superintendência de Compra e Venda de Energia da comercializadora da Copel, é importante mostrar também aos empresários os riscos e cuidados a serem tomados para garantir que as oportunidades de ganhos sejam plenamente aproveitadas.

A contratação de energia no mercado livre garante diversas vantagens para consumidores da modalidade, como liberdade para negociar preços e condições contratuais, ganhos em relação à tarifa de energia fixada pela Aneel, neutralidade em relação às bandeiras tarifárias e compra de volumes de energia adequados ao perfil de consumo.

Os clientes que tem demanda mínima de 500 kW, por exemplo, podem negociar o valor da energia diretamente com o fornecedor na condição de Consumidor Especial. Neste caso, o fornecedor deve entregar energia especial, ou seja, aquela produzida por usinas eólicas, solares, de biomassa ou hidrelétricas de potência inferior ou igual a 50.000 kW.

 

 

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