Nelson da Luz Junior
Frankenchrist e Disaster Cities vão tocar em Beltrão

Neste sábado (13), vai rolar lá em Francisco Beltrão a Siamese Noise, um rolê que terá DJ, bazar livre, flash tatto e duas bandas, as catarinenses Frankenchrist e Disaster Cities. O movimento vai acontecer no Bodega Rock Bar, a partir das 16h.

A Disaster Cities tem cerca de um ano de carreira e já fez um barulho considerável. Com mais de um milhão e meio de audições nas plataformas de streaming, e álbum de estreia na lista de melhores lançamentos de sites como TMDQA! e Popload, o quarteto é considerado uma das revelações do ano de 2018.

Já a Frankenchrist chama a atenção por sua estética dark, com influências que transitam entre o postpunk e o shoegaze, o noise e o rock experimental. Eles já dividiram o palco com nomes como Colleen Green (USA), Frabin (SC), Supervão (RS), John Filme (SC), Subburbia (PR), Boogarins (GO) entre outras.

Ambas estarão tocando no dia anterior no Magnólia Festival, em Chapecó, e o pessoal da produtora Esculhambarte propôs uma esticada ao sudoeste para aproveitar o ensejo.

O pessoal, no caso, é Lola Flessak, conhecida agitadora cultural da região, que voltou recentemente de uma temporada na Europa. Meu objetivo na região sempre foi trazer banda autoral de qualidade dentro dos meus eventos, diz a própria, sobre a escolha do line.

Lola já está nessa tem uns 15 anos. Ela e Alana Peruffo foram responsáveis pelo Rock'n'Roll Night, festival de rock que teve várias edições em Francisco Beltrão. Depois, Lola foi se envolvendo com outros eventos e festivais como Psicodália e Morrostock, e se dedicando a produção cultural.

Na Siamese Noise, ela também vai discotecar um set de rock autoral brasileiro. O bazar contará com a camisetaria Moguer Factory e a flash tatto ficará por conta de Brenda.

Os ingressos serão vendidos na hora a R$ 20,00, mas quem marcar seu nome nos eventos criados no Facebook e Instagram paga R$ 15,00.

(Imagem: Em cima, Frankenchrist (Divulgação). Em baixo, Disaster Cities (Divulgação/Lu Borges Photo)
 

Os lançamentos do ano até aqui

Ainda estamos no fim de março, início de abril, e já teve uma galera que lançou material roqueiro autoral pato-branquense. Fizemos um levantamento pelas redes sociais da geral e conseguimos apurar algumas coisas que já estão disponíveis no mercado. Todas os álbuns e faixas estão ou no Youtube, ou nas plataformas de streaming, ou nos dois. 

Vem comigo:

 

Max Daxter – O Interminável

Foto: Eder Tomasi/Divulgação

A Max Daxter é uma das novidades da cena local. Novidade no sentido de marca, pois o grupo é formado por gente que já circula há tempos pelas casas noturnas, garagens e estúdios por aí. Em fevereiro os guris lançaram O interminável, seu álbum de estreia. A primeira amostra do trabalho, Se fosse correr pra valer, já está no ar desde o ano passado. Os guris em questão são Plinio Komonski, voz principal e guitarra; Dudu Tomasi, bateria; Jean Carlos, guitarra; e Silvério Simioni no contrabaixo.

 

 

 

Real Kill Rox – Real Kill Rox

 

Com Marcos no vocal, Julio e Gabriel na guitarra, Fernando no Baixo e Plinio na bateria, a Real Kill Rox divulgou seu primeiro álbum em fevereiro passado, já com a possibilidade de lançar mais coisas ainda esse ano. Com esta formação, a banda está na ativa desde 2016.

 

 

 

 

Ellevan - Whisper of God

Foto: Dudu Tomasi/Divulgação

A Ellevan também soltou material novo por esses dias. Se trata da faixa Whisper of God, que tem lyric vídeo com letra em inglês e português no Youtube. O grupo está por aí desde 2004, e é formada hoje por Leonardo Zatta, voz e guitarra; Robson Buzzello, baixo; Ithalo Hespanhol, teclados e backings; Tobias Toassi, bateria e Julio Souza, guitarra.
 

 

 

Ofensa – As mina no poder

Foto: Divulgação

 

Depois de lançar sua primeira demo, em 2018, a Ofensa voltou a divulgar material novo no início do mês. As Mina no Poder, música e clipe, foram lançados em 8 de março, no Dia Internacional da Mulher, um dia antes da banda tocar na segunda edição do festival Let´s Go Girrls, em Londrina, onde se apresentaram várias outras bandas com minas no vocal. A faixa também está na coletânea do festival.

 

 

 

Silvério Simioni – Rainy Day


Seja produzindo, seja tocando, seja os dois, ele que tem parte em quase toda essa lista de lançamentos também divulgou uma faixa para chamar de sua. Silvério já tinha uma ideia de arranjo, colocou os elementos, começou a tocar, e gravou o solo improvisando em cima daquele arranjo. O nome, Rainy Day, remete ao clima da música e do dia em que ela foi composta. 

 

 

Boka Viana – Vem dançar comigo 




A nova música de Boka Viana já veio acompanhada de Lyric Video, disponível no Youtube. Conhecido por suas performances voz e violão, em Vem dançar comigo ele toca com banda completa. 
 

Ouça a primeira demo da banda Ofensa

A Ofensa, banda de hardcore nu e cru, tipo tijolada na orelha, lançou esta semana na internet sua primeira demo em formato vídeo no Youtube e arquivos para download de grátis. São quatro faixas, curtas, grossas, diretas e cantadas em português: Porco Imundo, Medo, Ferida e Real.

O material para download inclui a capa da demo e um arquivo com as letras de todas as composições, assinadas por Fabiano Marangon (baixo e voz), e João Pedro Raldi (bateria e voz), nos moldes da divulgação online independente antes do surgimento das plataformas de streaming. O grupo conta ainda com Brenda Busnel Marangon (vocal) e Everton Weiss (guitarra e voz).

Entre março e julho de 2018 as coisas aconteceram mais ou menos assim para a Ofensa: Everton e Fabiano já lidam com gravação e produção desde os anos noventa, e resolveram montar o projeto. Acharam João, para começar um som que descrevem como diferente do normal, com letras politizadas e pavio curto. Houve até uma troca de vocalista, quando Brenda entrou no projeto. Os ensaios começaram em abril, as gravações em junho, e a demo está aí. 

A banda já conta com 13 composições, que ainda não foram gravadas. As informações são da descrição da demo no Youtube.

Segue o vídeo, e os links para download: Mega: https://bit.ly/2KLCyXo  Mediafire: https://bit.ly/2KIe953

Os capangas “acharam” o Petxe e voltaram a ensaiar

E parece que muito em breve vamos ver Tiago Molinete se contorcendo novamente atrás de um microfone por aí. O que é algo muito bom. Depois de alguns meses offline, uma das bandas da promissora safra pato-branquense recente voltou a dar as caras no Facebook, soltando algumas dicas de algo iria acontecer.

No melhor estilo marqueteiro de bom humor, os guris lançaram uma caça ao Petxe, o guitarrista:

São uns fanfarrão...

Isso para anunciar que a banda voltou a ensaiar, com o objetivo de fazer umas apresentações. Estamos voltando. A ideia, a princípio, é para uma ou duas datas a partir de julho. Fazer um barulho nos bares da cidade aí, como nos velhos tempos, disse Molinete, vocalista e agora também advogado.

A última vez que a banda pelo menos apareceu em algum cartaz foi em 2017, quanto tocaram no festival Sudoeste Selvagem. O vocalista adianta, porém, que foram feitos alguns ajustes na formação, por conta da agenda dos integrantes.Christian Haubert meio que assumiu as baquetas. Ele já havia tocado na Petxe e Seus Capangas antes de Nani, o batera da formação clássica. Christian também toca com a Dying Suffocation. 

Alisson Puska, da harmônica, está em Curitiba no caminho do doutoramento, e por isso pode estar ausente das apresentações. Mas se vier nos dias da barulheira, já entra na roda, decretou Molinete. Pelo que foi adiantado, o repertório da banda que contava com The Doors, Rolling Stones e Grand Funk deve receber acréscimos de Lobão, Bowie, Midnight Oil e Gal Costa. Vamos aguardar.

Soubemos que a Nemesis vai lançar alguns sons

Parece que o pessoal do rock pesado de Pato Branco vai ter em breve mais um EP para chamar de seu. Depois de Dying Suffocation, The Fallen e Southkiller, a banda Nemesis também deverá lançar algumas composições próprias.

De acordo com Everton Weiss, guitarrista e backing vocal, o quarteto de thrash metal tem pelo menos oito músicas já em fase de gravação e produção. Uma delas, World of Wolves, já foi divulgada em versão demo.

Everton adiantou que o material será divulgado na medida do possível. O pessoal da Nemesis já toca a uns dois anos e meio, prazo necessário para sentirem firmeza na qualidade do material que pretendem mostrar. 

No fim do ano passado resolvemos gravar as músicas, pois sentimos que já dava pra mostrar o trabalho pra galera. Esse ano esperamos encontrar lugares pra tocar, porque já tá na hora kkk, conta Everton, que além da Nemesis está em outro projeto num viés mais harcore, a Ofensa, banda que conta também com Brenda Busnel Marangon, Fabiano Marangon e João Pedro Raldi.

Já a Nemesis é formada ainda por Tobias Luiz Marchioro, na bateria, Bruno Bresolin Ayres, na guitarra e backing vocal e Benhur Veras, no baixo e vocal.

Everton conta que eles ouvem de tudo, mas lá no fundinho os ingredientes principais do som da Nemesis vêm de Metallica e Megadeth, esta última, inclusive, faz parte da lista de covers que os guris costumam tocar.  

No ano passado, o grupo foi a terceiro colocado no UTFPR In Concert, festival de talentos musicais da UTFPR e um dos principais eventos de música de Pato Branco. Além disso, a Nemesis também tocou no Natal Selvagem, spin-off do festival Sudoeste Selvagem.   

Everton já lida com esses assuntos faz um bom tempo. Sua primeira banda foi a Molislips, que viveu lá entre os anos 2000 e 2003. Para ele, música significa persistir. Antes de ser convidado pra tocar no Nemesis, eu estava desistindo de tudo, pois não encontrava a galera pra tocar mais esse tipo de som por aqui. Me empolguei de volta com isso. Quem bom, Everton.

Ouça World of Wolves:

Caramurú e Julião se apresentam neste sábado em Pato Branco
A dupla de forró pernambucana Caramuru e Julião se apresentam neste sábado a noite (19) no Avenida Bombar, em Pato Branco. Natural de Pernambuco, a dupla deve apresentar músicas de seu primeiro álbum, O Povo Dança, que deve ser lançado em 24 de junho, dia de São João. O primeiro single, chamado Nossa Vez, já está disponível para audição na internet. Na sexta (18), eles tocam no Formosa Pub, em Francisco Beltrão.
Além do repertório próprio, o show também deve contar com clássicos da música nordestina, como Luiz Gonzaga, Alceu Valença e Zé Ramalho. Esta será a segunda vez que pelo menos Julião se apresentará na cidade. Em dezembro passado, o músico tocou ao lado de Tagore e de um combo regional que inclui Alexandre Pagliosa e Bruno Corona, da banda The Bulho.
Tagore é um dos nomes mais prestigiados artistas da atual cena alternativa nacional, tendo feito parte da lista de artistas brasileiros que se apresentaram este ano no festival South by Southwest (SXSW), realizado nos Estados Unido, um dos mais importantes festivais de música do mundo. Tanto Julião quanto Caramurú tocam com frequência com Tagore, e estavam na formação do show do artista no último Lollapalooza.
Julião, que toca viola caipira, e Caramurú, que cuida da zabumba, criaram o projeto de forró enquanto circulavam pelo Sudeste e pelo Sul com Tagore, O objetivo da dupla é resgatar os sons nordestinos. Desde 2011, Julião também mantém um outro projeto, o Feiticeiro Julião, mais instrumental. O músico afirma que ambos foram educados na escola do rock n´roll, mas sempre conviveram com a cultura popular e a música nordestina. Gostamos bastante da fusão que Alceu Valença e outros fizeram nos anos 70 misturando as violas com guitarra e elementos do rock, diz Julião, citando um dos grandes nomes da psicodelia pernambucana da época. Psicodelia, aliás, que deve dar as caras no show deste sábado.
 
Conexão regional
Em dezembro passado, Julião e Tagore desembarcaram em Pato Branco a convite de Alexandre Pagliosa. Os músicos estavam circulando pela região Sul, e foram convidados para passar o natal no Sudoeste, o que acabou rendendo um show com a participação de Alexandre no baixo – se a memória do repórter não falha – e Bruno na bateria. Desta vez, o show não deve contar com músicos de Pato Branco.
Bruno Corona é o atual baterista das bandas Falcatrue, Sabotagem e The Bulho, que inclusive deve lançar um álbum em breve. Mas suas andanças pela cena local começaram nos anos 1990, quando tocou na banda Planeta Rock. De 2004 a 2006 o músico integrou projetos em Florianópolis, como a banda DozePorOito, cover de Janis Joplin, e o grupo autoral Eletrolíticos.

Ao palco, meu tributo

O som da sirene me acordou, era muito alto para ser uma bobagem. O teatro está pegando fogo, li em algum grupo de WhatsApp. Pulei da cama e vesti qualquer coisa. Não era só o ímpeto de jornalista, foi um salto de socorro, como se alguém importante estivesse precisando de ajuda. Junto veio aquele pingo de esperança e incredulidade. Não deve ser tão sério, os bombeiros com certeza chegaram a tempo.

A fumaça preta me deu um soco no estômago, no meio de uma madrugada fria. Demorei a notar que estava só de bermuda e camiseta, no meio da rua, e precisei de algum tempo para lembrar que estava ali para registrar, para exercer justamente a profissão que me fez deixar o palco de lado. Ao menos por um tempo, que já dura 10 anos.

Incrédulo, com o celular na mão, lembrei de um devaneio dos tempos de adolescência. Como seria bom morar ao lado do teatro, já que ali era minha segunda casa. Por um capricho do tempo é ao lado do teatro que moro hoje, um pequeno privilégio, que me deixa lembrar dos ensaios, dos encontros, dos espetáculos que assisti e protagonizei lá. O mesmo privilégio que, ironicamente, me fez ser um dos primeiros repórteres a testemunhar o Naura Rigon sucumbir ao fogo.

O teatro, enquanto arte, só não moldou mais meu caráter do que meus pais. No palco descobri desejos, vivi amores, aprendi a entender capítulos da vida, a respeitar a diversidade, o sofrimento alheio, o meu sofrimento. Firmei relações que me fizeram entender o valor do companheirismo, da colaboração, do limite e do espaço que me cabe no mundo, que não ocupo sozinho.

Aprendi que a arte é uma criação fantástica. Que personagens como Zé do Burro e Fernão Capelo Gaivota, que tive a satisfação de interpretar ali, são manifestações notáveis do intelecto humano.

A tristeza do dia de hoje foi pela memória, pelo simbolismo de um espaço que mobilizou gerações de entusiastas da cultura, e que formou outras tantas, até o último dia. Outro espaço virá, assim como outros artistas virão.

Na madrugada do dia 17 de abril de 2018, quando o repórter cumpriu o seu dever, voltou a ser artista. Me despedi do Teatro Municipal Naura Rigon, e chorei.

Na foto, cena do espetáculo "O Mistério das Três Horas", encenado pelo Grupo Atlaspatoart, muito provavelmente entre 2004 e 2006. Eu sou o guri vestido de preto.

Banda Old Dog lança novo single e videoclipe

A banda gaúcha Old Dog lançou nesta segunda-feira (15) o vídeo clipe de sua nova música, O último Trem. Este é o quarto single autoral do grupo de southern rock de Passo Fundo, que conta com o Rodrigo Accorsi no vocal, jornalista que atuou por alguns anos na região Sudoeste.

Estrelado pelo ator Emiliano Ruschel, e dirigido por Ramon Anunciação, o clipe mostra a história de um agricultor abalado pela morte da família. O vídeo possui uma estética vintage do início do século XX. Anunciação também dirigiu os vídeos das outras três canções já lançadas pela banda: Duelo, Outro Lugar e Velho Whiskey, todas de 2017. Assim como O último trem, as demais faixas também estão disponíveis no Spotify

A gauchada da Old Dog (Foto: Divulgação)

O novo single é produzido por Bruno Philippsen, tecladista das bandas Roudini E Os Impostores e Reino Elétron, e foi gravado no estúdio Black Stone, em Passo Fundo, sob supervisão de Hélio dos Anjos. Os processos de mixagem (realizado no Estúdio 12, por Átila Vianna) e de masterização (realizado por Marcos Abreu), foram feitos em Porto Alegre.

Surgida em agosto de 2013, na cidade de Passo Fundo, a Old Dog é formada atualmente por: Rodrigo Accorsi (vocal/violão), João Schons (guitarra), Jordalan Muniz (baixo), Marcelo Cassol (bateria/backing vocals) e Jean Novello (harmônica/vocal/backing vocals)). A banda está produzindo um novo EP, para ser lançado ainda em 2018. As informações são da assessoria da banda.

Natal Selvagem terá rock e discotecagem

Neste sábado (23), será realizada em Pato Branco a primeira edição do Natal Selvagem, evento que contará com bandas de rock, discotecagem, exposições culturais, brechó, venda de livros, tatuadores e outras atrações. Organizado pela Moicano Produções, Culturama Produções e Quinta Autoral, o evento é uma espécie de spin-off do festival Sudoeste Selvagem, realizado em setembro passado, no Recanto Jurerê, e que contou com shows de bandas como Casa das Máquinas, Cadillac Dinossauros, Kingargoolas, e atrações locais como Dying Suffocation, The Bulho e Petxe e Seus Capangas.

Banda Nemesis é uma das atrações anunciadas (Foto: Lais Guerra)

 

O evento deste sábado acontecerá em uma chácara, a cerca de 4 Km do trevo da Patrolinha, sentido Mariópolis, e deve começar a partir das 18h. Um mapa com a rota até o local está disponível no evento oficial no Facebook (Clique aqui).

Grande parte das atrações do Natal Selvagem são locais, e o evento seguirá com a proposta do ecletismo de seu festival raiz, mesclando bandas de rock, blues e heavy metal com discotecagem. Até a tarde desta quinta-feira (21), estavam confirmadas as bandas Abitantes, The Fallen, Nemesis, Cliníca Thobias Blues, Hamesterdam, além do artista solo Guilherme Andreatta. A discotecagem ficará por conta de Pedro Henrique Silva e Felipe Cesar Maccari.

Pedro Henrique Silva (Foto: Edu R.C/Facebook)

 

Além das atrações musicais haverá venda e exposição de camisetas estampadas a mão pela artista Eloa Melpomene, roupas do Cilibrina Brechó, artesanatos da Nave de Saturno e Moon Art, fotografias de Eduardo Ramos, e livros e CDs do Grimorium Sebo. Também estarão presentes os tatuadores Cíntia Matos, Ratazana Tattoo e Lipe Tattoo.

The Fallen (Crédito: Reprodução/Facebook)

 

De acordo com Matheus Freire, da Moicano Produções, o evento é sem fins lucrativos, e foi organizado com o intuito de fortalecer a cena cultural e os artistas locais. Ele comenta ainda a importância da articulação entre as várias produtoras, artistas e expositores. É muito importante. São esses eventos que estão reaquecendo a noite e a cena em Pato Branco, vários eventos parceiros que estão conseguindo crescer juntos. E o mais difícil é que tudo isso de forma independente. A Lolla (Flessak), de Beltrão, também tem agitado bastante por aqui com o Arregaço, e tem sido uma parceira forte, analisa.
Os ingressos antecipados custam R$ 10,00, e estão a venda com os integrantes das bandas, na Chilli Beans, Devereda, ou pelo telefone (46) 9.9982-9524.

Banda Abitantes (Foto: Reprodução/Facebook)

 

Leo Lembranci vai se apresentar no Raul Gil

O músico Leo Lembranci, suingue e simpatia das noites de Pato-Branco, vai se apresentar no quadro Quem Sabe Canta, do programa Raul Gil, transmitido pelo SBT. A performance deve ir ao ar no próximo dia 09 de setembro, a partir das 14h15.

No quadro de calouros, Leo deve cantar uma música e seu desempenho vai ser avaliado por um grupo de jurados. Ele andou publicando stories com bastidores do SBT na semana passada, incluindo um vídeo com o lendário Ivo Holanda.

Leonardo, estudante da UTFPR - motivo que o trouxe à região - já é faixa dos rolês musicais de Pato Branco há uns bons quatro anos, período em que tocou com Deus e o mundo, para nossa alegria. 

No princípio foi a dupla com Ários Pimentel, a Rock Duo; também está no seu currículo as bandas Marajás e Maltrapilhos e Senhor Jimi. Mais recentemente Leo tem se apresentado alone with instruments em bares e restaurantes, e ao lado de Lucas Trevisani, seu irmão, na dupla Puro Malte. 

Confere aí o som do rapaz:

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